Até que o diferente seja normal, as sociedades humanas enfrentarão obstáculos que retardam dramaticamente nosso progresso. Mas há um agente que pode contribuir, e muito, com a transformação. Estamos falando do RH estratégico trabalhando pela inclusão de raça e gênero no mercado de trabalho.
É importante lembrar que boa parte dos preconceitos está envolvida com as condições socioeconômicas das minorias. Assim, a qualidade do mercado, em sua diversidade, ajuda a sustentar nossas impressões sociais com bases em características superficiais.
Neste artigo, vamos discutir como o RH das empresas tem o poder de qualificar as impressões de um mercado. Você também vai descobrir o grande potencial lucrativo que essa qualificação pode trazer às empresas. Confira!
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Por que as minorias estão fragmentadas em grupos? Essa é uma pergunta importante que abre espaço para uma discussão muito séria. O simples fato de ser muito difícil não apontar diferenças é o principal fator de segregação.
Isso porque há uma predisposição humana para classificar tudo, e isso é muitas vezes cruel. Assim, como tudo é identificável e, ironicamente, não há nada tão comum quanto incomum, nossa tendência é de fragmentação.
Portanto, enquanto esses fragmentos não forem absorvidos pelo todo coletivo, esse todo estará em conflito. Isso evidencia a importância de aprendermos a conviver com o diferente, até para podermos perceber o potencial que isso traz.
Desse modo, como o mercado é um grande espelho das culturas sociais, é fundamental que ele reflita um novo paradigma. E o RH das empresas tem verdadeiro poder transformador nessa jornada. A seguir, você confere como o RH participa da inclusão de raça e gênero no mercado de trabalho.
Se o mercado reflete a consciência de uma sociedade, então é lógico supor que o mercado deva participar dessas transformações. Sendo assim, é importante que os agentes do mercado (produtores e consumidores) tenham disposição para promover as transformações.
É aí que o RH de uma empresa pode ser crucial para essas mudanças. Afinal, é papel da gestão de pessoas, enquanto ciência, descobrir como orientar as relações corporativas. E não são poucos os benefícios que uma empresa têm ao agregar no seu capital humano as minorias. Tudo fica mais claro quando se compreende que:
Para sermos mais específicos sobre os fatos, vamos raciocinar sobre os públicos, consumidores e suas necessidades. Quem seria o profissional mais indicado para considerar as particularidades de uma minoria consumidora?
Ora, um profissional que pertença a essa minoria! Portanto, a diversidade no quadro de funcionários não se trata de mera questão de inclusão, mas também de qualificação em um mercado competitivo.
Além disso, as diferenças, embora possam gerar conflitos, são de longe a melhor escola de comunicação que pode haver. Ainda não estamos diante de uma sociedade verdadeiramente dedicada em resolução de conflitos.
Contudo, com o RH trabalhando em função da inclusão de raça e gênero, com certeza avançaremos para uma nova dinâmica. O paradigma da nova cultura econômica estará seguramente pautada na assimilação das particularidades e na comunicação esclarecida. E isso pode começar pelo clima organizacional das empresas.
Finalmente, em uma cultura diversa como já é a que existe, trabalhar em uma empresa que harmoniza as diferenças é destaque competitivo. Assim, ser referência em inclusão projeta a empresa e os gestores à frente do mercado.
Mas não só isso: a empresa também pode catalisar os maiores talentos que, como sabemos, não são determinados por estereótipos.
Neste artigo, você pode ter uma noção mais esclarecida sobre como o RH pode fazer a diferença por meio da inclusão de raça e gênero. É fundamental que a liderança esteja em sintonia com esses mesmos preceitos. Afinal, a diversidade, além do apelo social que tem, deve ser objetivo empresarial, porque isso pode ser muito lucrativo.
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